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- Martinez - 12-03-2009 25 de Dezembro/2008 a 04 de Janeiro/2009 Ufa, depois da correria do dia anterior, até agora pra escrever o relato ainda me sinto cansado. Mas, prometeu, cumpra, melhor pra ti. E tivemos uma noite de Natal só a família Martinez, Eu, Papai, Mamãe, Mano, esposa de meu irmão e meu sobrinho. No dia 25 chegaram alguns amigos e o churras rolou das 11 da manhã até noite adentro. Como estava com saudades do cordeirinho temperado pela minha mãma, que gostoso, que delícia.... ![]() Meu velho com o meu sobrinho. Entre os meus dias de convivência com os meus, um belo dia tiramos um pra ver as fotos. Abrimos o baú e de lá saiu coisas do arco da velha...rs Eu vou postar só quatro, ambas do meu irmão. As três primeiras porque me orgulho, pois queria ter tido a oportunidade de servir o exército, na verdade a aeronáltica, mas não pude. E a quarta, pra reforçar o fato de que casar... bom, pra que mesmo???? rs ![]() Meu mano na época do alistamento. ![]() ![]() Éca, que gororóba... rs ![]() O tal chá de cozinha dos noivos... E em um outro dia, foi a vez do meu registro fotográfico do meu sobrinho que todos os dias vivia pendurado na minha moto. Esse vai longe, sabe muito bem o que é bom na vida... ![]() ![]() ![]() Isso, quebra o retrovisor do tio... ![]() Puxa a anteninha de cortar pipa, entorta tudo, o tio não liga.... argh ![]() ![]() Agora enche a boca de gasolina, baba no meu tanque, seu safado... A prefeitura deu uma enfeitada na praça principal da cidade, ficou muito legal. A molecada fez a festa com as luzes e com os papais e mamães Noel. Tinha show de dança, música ao vivo, um bocado de coisas. ![]() Prova de os Martinez não tem medo de bicho bravo, desde criancinha já doma a fera...rs ![]() O senhor estrelinha... ![]() Vai pai, corre acudir que o moleque é encapetado... ![]() ![]() E um outro dia fomos em um clube que tem nas marges do Rio Guaporé, onde tem uma ponte na BR-070 que a molecada faz a festa pulando no rio. ![]() ![]() E daí, dentre muitas outras atividades relax, fomos várias vezes aos pesqueiros da região, um melhor do que o outro. A cidade de Pontes e Lacerda é cortada pelo Rio Guaporé, o famoso vale do Guaporé, com suas intermináveis invernadas de gado da raça de corte Nelore, aos milhares. Recentemente, as invernadas mais detonadas por pragas e plantas daninhas foram arrendadas para Holandeses que plantaram imensas florestas de uma árvore chamada Teca, usda na produção de móveis finos. ![]() Pesqueiro nas margens do Rio Guaporé. Um viajante desapercebido não faz idéia do show de lugar e da boa comida que se serve ali. ![]() Eu e o pimpolho da família. ![]() Indo pro almoço carregando um carrapato nas costas... ![]() Depois do ranguinho gostoso, aquela jiboiada pra acomotar os 2 kg de peixe que comi...rs E foi e um desses pesqueiros que repentinamente algo muito bom me aconteceu... 27 de Dezembro de 2008 - O grande encontro. Esse dia foi muito especial para esse pobre ser vivente. Lá estou eu no dia de Natal mandando torpedos, desejando feliz festas aos meus amigos que tenho na lista telefônica, e o meu grande amigo Cícero Paes estava entre eles. No dia seguinte, vem uma resposta curta do Cícero, aliás, curtíssima, dizia... "Que cidade?", pois no meu torpedo eu teria dito que estava no Mato Grosso. Bãn, isso foi o início de uma conversa que rendeu um belo e proveitoso encontro programado de última hora, no completo improviso. Eu estava em Pontes e Lacerta, interiorzão do MT, visitando meu irmão. Cícero estava em Rolim de Moura, Rondônia, visitando sua mamãe. Mas olha, tu acha que eu deixaria escapar a oportunidade de tirar uma foto com o grande Cícero em Mato Grosso, minha terra natal??? Bãn, mais fácil eu ensinar um peixe a usar "hashi" (aqueles palitinhos de comida japonesa) pra se alimentar do que perder essa deixa... liguei pra ele e combinamos de almoçar, já que ele pretendia dormir em Rondonópolis e Pontes e Lacerda era exatamente o meio do caminho (leia-se almoço), pra minha felicidade. A distância de Pimenta Bueno/RO a POntes e Lacerda/MT era o suficiente para ele rodar legal e chegar exatamente na hora do almoço. As onze e meia, eu já apreensivo, imaginando que aquele safado tivesse me dado cano, liguei. Pra minha surpresa, ele estava a 3 km de Pontes e Lacerda. Combinamos de nos encontrar na entrada da cidade, onde o encontrei apreciando um presépio. Pensa num homem acelerado... oxi, parecia que ele ia perder os trem das onze, aquele do Zé Ramalho ... hehehe. Já chegou me furando o "zóio", nada de almoço, temos que rodar. Mas com um jeitinho "by" Martinez e a elegância do grande Cícero, fomos parar em um pesqueiro a somente 1 km da cidade. Eu já tinha ido lá no dia anterior, visto como era a prestação de serviço, tudo muito bom, só não tinha provado da comida. Mas quêêÊÊÊ, não ter provado não foi problema, o peixe estava divino. Segundo o Cícero, até o arroz do cozinheiro era bom demais. Teve até gente querendo passar por debaixo da mesa...rere!!! Após intermináveis HUUUUMMMMM, HUUUUUMMMMM, muito boooooom, o Cícero grudou o olho no relógio e queria pegar estrada. Já a querida Lourdes e a irmã do Cícero só pensavam na Skol estúpidamente gelada e já estavam planejando pedir uma segunda saideira, e eu na torcida, um olho no Cícero de olhos esbugalhados no relógio, e o outro nas mulheres que só pensavam na cerveja... Na saída, só de birra, pelo fato do Cícero ter esquecido a Lourdes no nosso passeio para filmagens lá em Morretes, ela esqueceu PROPOSITALMENTE a garrafa térmica e a cuia de chimarrão do tio Cícero...kkkkkkkkkk ![]() nada que o Martinez não resolvesse, voltei ao pesqueiro e resgatei a mamadeira, ops, calma, a mateira dele. Calma, "mateira" não é algo ou alguém que maaaaaaaaaaaaaata toooooooooooodo muuuuuuuuuuundo, é um simples objeto inseparável dos nossos queridos sulistas, os gaúchos, pronto... rs Depois de uma parada no Posto Tuiuiu na saída da cidade para encher o tanque e para os cumprimentos finais, fiz uma escoltinha de alguns quilômetros. Fui fotografado pela Lourdes (cadê a foto???), e finalmente vi o carro sumir no horizonte. Ficou comigo um coração palpitante de alegria por ter tido uma hora de convivência com grandes pessoas, em local e situação nada corriqueiros, sem planejamento algum, tão tão distante de nossas residências atuais: Cícero - Florianópolis a Pontes e Lacerda - 2.442km Eu - Jaboticabal a Pontes e Lacerda _ 1.700km A amizade sincera, a paixão e o gosto em comum, permitiram aos figurantes desse episódio, desfrutar de apenas uma hora de convívio, mas uma hora que de tão marcante, dificilmente, diria até indubitavelmente, será jamais apagada de nossas mentes, pelo menos da minha. Obrigado Cícero!!! Segue fotos deste maravilhoso encontro nos "Sertões" do Mato Grosso. ![]() Lourdes, Cícero, mana do Cícero e Eu, momentos antes de saborearmos um belo de um peixe em um pesqueiro nas margens do Rio Guaporé em Pontes e Lacerda, MT. ![]() Cícero atacando os peixes e os acompanhamentos...rs ![]() Faltou algo??? Faltou mais tempo, uma hora foi pouquíssimo... Tá certo, a tarde daquele dia de 27 de dezembro tirei pra ficar sem fazer nada, apenas relembrando meu currículo motociclistico, os lugares visitados, os amigos esparramados pelo Brasil e fora dele, as experiências vividas, os fatos engraçados, paisagens e momentos que jamais me esquecerei. E isso me remeteu a um estado estranho, engraçado. Estava feliz, e ao mesmo tempo não, pois a programação inicial era estar rodando pelo Peru junto com o grande amigo Justiceiro, fato esse que infelizmente não se concretizou. E as férias continuam. Então, sai um dia pra conhecer um pouco da história de Pontes e Lacerda e sua importância para o nosso país. O município é o quinto maior e mais importante do estado de Mato Grosso. A cidade teve a sorte de ter um prefeito honesto, que muito fez pelo povo. O Rio Guaporé é um grande atrativo para o turismo, tem até festival de pesca. <!-- m --><a class="postlink" href="http://www.ponteselacerda.mt.gov.br/Fotos.php">http://www.ponteselacerda.mt.gov.br/Fotos.php</a><!-- m --> E tem também história, e das mais importantes. Lembram-se dos bandeirantes? Aqueles senhores bonzinnhos, que iam se embrenhando na mata, desbravando e expandindo o território do Brasil? Então, eles dizimaram os índios que habitavam o lugar, isso ainda no início do século XVIII. A cidade se tornou importante devido a exploração aurífera de Vila Bela da Santíssima Trindade, e já no século XX, sofreu com a exploração da madeira, dos seringueiros e a disputa de terras com fazendeiros e grileiros estabelecidos na região em meados da década de 70. A origem do nome remete ao ano de 1784, quando dois cartógrafos e astrônomos formados pela Universidade de Coimbra, Portugal, desenharam os primeiros esboços da carta geográfica dos rios das bacias Amazônica e do Prata. Eram Antonio Pires da Silva Pontes, um mineiro, e Francisco José de Lacerda e Almeida, um paulista. Daí, Pontes e Lacerda, entenderam??? Legal né!!! Vocês sabem quem foi Marechal Cândido Rondon???? O marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, em meio século percorreu 40 mil quilômetros de terras do então temido, inóspito e desconhecido sertão da região oeste brasileira. Em grande parte dessa jornada, iniciada em 1889, Rondon construiu mais de seis mil quilômetros de linhas telegráficas. Outra importante missão desse militar e engenheiro estava concluída: ele colocava o gigante estado do Mato Grosso no mapa, ligando-o também a Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo e região sul, permitindo sua expansão econômica, e mostrava à então pouco amistosa Argentina que o Brasil estava pronto para repelir qualquer tentativa de crescimento, em nossa direção, de sua província de Misiones. ![]() Posto telegráfico construído por Marechal Candido Rondon em Pontes e Lacerda. As fotos a seguir que ilustram esse relato foram tiradas do acervo que fica dentro deste antigo posto telegráfico inteiramente restaurado. ![]() O cientista italiano Guglielmo Marconi registrou a primeira patente do telégrafo sem fio. Mas Cândido Rondon surpreendeu o mundo com muito mais: ele aplicou em nome do Exército Brasileiro, e da própria nação, uma política humanitária no trato com os índios. Hoje, todos os países do mundo continuam baseando-se naquela que Rondon e seus colaboradores formularam em 1910. A chancela dessa política planetária é da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT), quer mais??? São os recursos humanos que nós, brasileiros hipócritas, não valorizamos. ![]() ![]() A escritora Rachel de Queiroz já lamentava: "...Brasil, povo sem cultura e com educação deficiente, Brasil é um país sem memória..." Alguém se lembra do ex-presidente dos Estados Unidos chamado Theodore Rooosevelt? Esse homem, expandiu o império pelo mundo com a política do “big stick” (grande porrete), dividiu a Colômbia e criou um novo um país, o Panamá, para a construção do canal entre os oceanos Pacífico e Atlântico, enfrentou grandes capitalistas saqueadores da economia do povo americano. Então, esse homem respeitava Rondon reverentemente. Tratava-o de “senhor coronel Rondon.” Na expedição que fez com o chefe militar brasileiro, Theodore Roosevelt submeteu-se à liderança dele, é mole??? ![]() ![]() Eu tenho mais uma curiosidade sobre Rondon. Candido Mariano da Silva Rondon foi o único marechal do Exército em tempo de paz. A patente só foi concedida a generais-de-quatro-estrelas em tempos de guerra. No final dos anos 50, um jovem oficial médico ia subir as escadarias do então Ministério da Guerra, perto da estação Central do Brasil, no Rio, quando notou que tudo parecia ter parado no tempo. Militares de todas as patentes perfilavam-se em continência. Civis mantinham-se em solene reverência. Era o então marechal Cândido Mariano da Silva Rondon que se dirigia vagarosamente, amparado por uma filha, ao edifício. Estava cego aos 90 anos de idade. A cena, segundo o oficial, foi emocionante e inesquecível. Seria oportuno que os militares de hoje exibissem, para seus comandados, filmes e documentos sobre as expedições de Rondon, que narram histórias de homens que vão ao encontro do desconhecido, enfrentando toda sorte de perigos, com honra, lealdade e dignidade. ![]() Um texto interessantíssimo sobre Rondon pode ser lido aqui: <!-- m --><a class="postlink" href="http://www.overmundo.com.br/overblog/quem-se-lembra-do-marechal-candido-rondon">http://www.overmundo.com.br/overblog/qu ... ido-rondon</a><!-- m --> ![]() Pois bem, Rondon construiu um posto telegráfico em Pontes e Lacerda em 1906, tornando-se parte importante da história do Mato Grosso e do Brasil, conforme parte do texto que escrevi acima e do que se pode ler no link que informei. ![]() ![]() ![]() Corre Guigui... Tá certo, essa cultura toda me cansou, vamos pro pesqueiro??? ![]() Meu irmão me levando para um pesqueiro a 25 km fora da cidade, por uma estrada de cascalho, rumo a Bolívia. ![]() Tá ai o tal pesqueiro... ![]() Quiosque no meio de um tanque de 2,5 ha de espelho d'água, cervejinha geladíssima, postas de pacu frita, mujica de pintado, farofa de banana, arroz branco, saladinha, pirão de piranha e família... ![]() Deu bandeira, minhas lentes estão sempre a postos para um bom clique... E entre um passeio e outro, vamos andar de moto??? ![]() Vamos brincar com os animais de estimação da família? ![]() ![]() ![]() Priminhos e o seu coelhinho da sorte... De volta pra casa dos meus pais em Horizonte D'Oeste, não poderia também deixar de visitar minha cidade natal, Cáceres, também outra cidade cheia de história e importância na época do Brasil colonial e principalmente, na época da Guerra do Brasil contra o Paraguai. Eu também tenho uma curiosidade sobre a minha cidade natal. No início de 1927, Cáceres viveu dois acontecimentos marcantes: a passagem da Coluna Prestes por seus arredores, que provocou a fuga de muitos moradores, e o pouso do hidroavião italiano Santa Maria, o primeiro a sobrevoar Mato Grosso. Pra quem não sabe ou não se lembra, a Coluna Miguel Costa-Prestes, popularmente conhecida somente por Coluna Prestes, foi um movimento político-militar brasileiro existente entre 1925 e 1927 e ligado ao tenentismo, corrente que possuía um programa bastante difuso, mas algumas linhas gerais podem ser delineadas: insatisfação com a República Velha, exigência do voto secreto, defesa do ensino público. ![]() O general Francesco De Pinedo, o piloto Carlo Del Prete e o mecânico Vitale Zachetti, todos italianos, atravessaram o Atlântico a bordo do hidroavião Savóia 55, que recebeu o nome de uma das caravelas de Colombo, “Santa Maria”, percorreram a costa brasileira e pousaram nas águas da Represa do Guarapiranga, no então município de Santo Amaro, em 28 de fevereiro de 1927. Em agosto daquele ano, o brasileiro João Ribeiro de Barros realizou a mesma façanha a bordo do hidroavião Jahú. Pouco depois, a Sociedade Dante Alighieri propôs a construção de um monumento “aos heróis da travessia do Atlântico” junto à barragem do Guarapiranga, próximo ao local das amerissagens, inaugurado no dia 21 de agosto de 1929. ![]() Prainha em Cáceres, nas margens no Rio Paraguai, o principal afluente do Pantanal. ![]() ![]() ![]() Neste prédio antigo está a primeira delegacia de Mato Grosso. ![]() Voltando de Cáceres num dia de madrugada, eu me peguei com o velocímetro em uma quilometragem muito legal para ser registrada. ![]() E não é que um dia eu fui visitar a minha avó por parte de pai. Ela mora junto com dois tios. Um dos tios tem uns 10 tanques de peixe, fui lá fisgar uns pacus e tambaquis pra fazer aquela fritada. Pescamos na linhada, puxando o bicho na unha... Na volta ele não me deixou limpar os peixes. Então fui "caçar" o que fazer, e achei...rs. Minha avó tem uns pés de jaboticaba atrás de sua casa, jaboticabeiras essas que estavam sufocadas por imensos pés de manga, olhei, não gostei... e cortei!!! ![]() Meu avô querendo tirar onda com o meu feito... E pra finalizar, toda vez que vou em casa gosto de brincar com o jardim da minha mãma. Desta fez, como não tinha um ser vivente me acompanhando, fiz uma graça utilizando a minha moto guerreira como pano de fundo. ![]() ![]() E isso é tudo pê-Pê-pessoal... ![]() Mas como assim finalizou???? Não tem igreja em Pontes e Lacerda??? Claro que tem, mas como ainda não está acabada, e a arquiteta responsável assina Martinez no nome, deixei pro final...rs ![]() É isso ai turma, mais algums linhas relatadas. Abração a todos. Obs: Uma dica que o Marião me deu foi de redimensionar as fotos para o tamanho de 640x480 antes de enviá-las para o photobucket, com a justificativa de que facilita o carregamento em nosso fórum. Digam-se se surtiu efeito. - Cibele - 12-03-2009 Martinez querido... lindo relato, sua família... muito bom! E me deu até vontade de comer peixe...rs... Que coelhinho é aquele... rs... tudo muito lindo. Abração! Nosso Encontro no MT - Cicero - 12-03-2009 Martinez ! Como já me expressei, seu relato, além de bem elaborado e fotografado, é uma aula de história. Nosso encontro foi mesmo inusitado e por nada eu perderia, no que pese a correria. São essas coisas que amo no motociclismo: viagens, amizades, situações como essa, família, etc. Vamos acabar de por a conversa em dia em Miguel Pereira-RJ - certo ? - Marião - 12-03-2009 O Tio, show o relato... tô chovendo no molhado né... todo mundo fala a mesma coisa... hauhua Tio, aqui não estão abrindo todas não... sei lá... quando uso o bendito do programa que o Piske me indicou fica show... a s fotos abrem rapidinho e todas. É só ver as postagens do Piske, são perfeitas pra abrir as fotos, pelo menos pra mim que tô com um pequeno problema aqui... fotos=> dificuldade pra visualizar todas. - Martinez - 12-03-2009 Cibele, minha família sempre foi da zona rural. Muitos foram pra cidade, mas o forte mesmo é morar no mato. Então, a ligação com os animais sempre foi e sempre será muito forte. Eu particularmente gosto muito de cavalo de cachorro. Cícero, pena que na minha ida pra Santa Catarina minha moto ficou com as válvulas de admissão presas e estava uma porcaria pra rodar, do contrário teria saído da casa de praia dos Piske pra dar uma esticadinha até o seu sítio ou quem sabe até na toca. Sobre relatar contando nossa história, nossa cultura, gosto disso pois eu sou o tipo do cara que gosto de dar valor nas coisas. Quando passo por uma ponte velha, uma estação de trem abandonada, uma torre antiga, procuro logo saber a razão pela qual alí existe aquele feito, pois na época de sua construção, o homem não tinha as facilidades tecnológicas e de transportes que se tem hoje. No ano de 1900 a 1906, quando Rondon constriu as linhas de telégrafo no Mato Grosso, imagina como não teve ter sido difícil transportar aqueles cabos grossos e aquelas presilhas enormes de ferro no lombo do jumento, de canoa, nas costas, abrindo picada... O mínimo que podemos fazer hoje é valorizar os grandes feitos do passado e incentivar os orkuteiros de hoje a lerem um pouco mais sobre nossas origens. Essa questão do telégrafo muito me chama a atenção, primeiro pela honra deste brilhante brasileiro que foi Rondon, segundo pelo fato de um treco que emitia sinais convencionais era um grande avanço. Hoje a gente fica puto da vida quando o celular não dá área.... ![]() Tem um texto muito interessante aqui no site da Universidade do MS: <!-- m --><a class="postlink" href="http://www.del.ufms.br/PCI_T1/G9/TrabalhoTelegrafo/TelegrafoIndexMurilo.htm">http://www.del.ufms.br/PCI_T1/G9/Trabal ... Murilo.htm</a><!-- m --> Marião, fiz conforme recomendado, coloquei todas as fotos para o tamanho desejado, ficou até bom pra fazer o upoad, foi rapidinho devido ao menor peso. Aqui está abrindo normal, todas. Mais alguém com o mesmo problema do Marión? ![]() - Marião - 12-03-2009 Martinez Escreveu:Marião, fiz conforme recomendado, coloquei todas as fotos paraSeguinte, tava vendo o "tamanho" das suas comparando com as que tô postando agora e com as do Piske. Essa do Piske.clica em propriedades... o peso dela é de 53362 bytes ![]() Outra do Piske. Tamanho : 55799 bytes ![]() Minhas do tópico do churras do Edinho Tamanho : 67581 bytes ![]() Tamanho : 81927 bytes ![]() Tava olhando as fotos suas e tem algumas que tão bem pesadas, tipo acima de 150000 bytes. Mas em compensação, tem outras que estão com tamanho iguais aos meus e do Piske... num entendi porque aqui demorou pra abrir. Acho que é o mesmo mistério da moto do Juan... hauhahuhauauh. E vamo vê se mudamos de tela... assim vc escreve mais e põe mais fotos... hauhauhauha Abraçoooooooooooooooooooooo - Piske - 12-03-2009 Pô.... Tem foto minha até aqui no tópico do tio Martina... hehehehehe..... Tô chique né..... ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() - - Eu não tenho problemas em ver as fotos..... :roll: Se foram diminuídas, deveria estar ok para visualizá-las.... :roll: :roll: :roll: - - - Tô gostando do relato Martina..... Manda V aí........! Piske - Martinez - 12-03-2009 Piske, só assim pra vc vir comentar aqui né seu mala ![]() Eu não poderia deixar de fazer um relato do Festival de Pesca de Cáceres. O Festival Internacional de Pesca de Cáceres – FIP, que começou pequeno em 1980, com apenas algumas equipes de pescadores que tinham em comum o amor à pesca e à natureza cresceu e tem seu lugar no Guinness Book of Records de 1992, já adotou o sistema de pesque e solte em todas as suas provas de pesca desde 1997, inovou com a inclusão da pesca de canoas em 2004 e hoje serve de modelos para outros festivais de pesca em Mato Grosso e no Brasil sempre tendo a inovação e a preservação ao meio ambiente como principais ideais. A pesca infanto-juvenil acontece na praia do Daveron, ao invés do cais de Cáceres. Com esta modificação o número de participantes nas categorias infantil e juvenil será ampliado. A prova de pesca embarcada tem como premiação uma lancha com motor e capota para a categoria masculina e igual premiação para a categoria feminina, com premiação também para o peixe de maior pontuação individual. Nessa prova ocorrerá um sorteio de um prêmio extra entre as equipes participantes. Para a prova de pesca de canoa, com cerca de 200 equipes participantes, é feita utilizando somente linhadas de mão. Atividades esportivas como vôlei de praia, fut-vôlei, MotoCross (free style do Joaninha), jet-ski, futebol de areia, aeróbica e axé na praia, além de campeonatos de bozó e truco estão presentes em todos os dias do Festival. Os shows regionais e nacionais acontecem em dois palcos, um na Praça de Eventos da Sematur e em outro na Praça Barão do Rio Branco, com extensa programação para todos os dias de festa. Seguem algumas fotos dos festivais já ocorridos. ![]() Rio Paraguai em dia de festival de pesca. ![]() ![]() ![]() ![]() ![]() Quem tiver oportunidade, eu recomendo. Sempre acontece no mês de setembro. Um grande abraço a todos. Martinez - RED - 13-03-2009 Muito bom o relato e algumas fotos da família... O pentelhinho do sobrinho foi muito fotografado, mas tem cara de esperto, puxou o titio é? hehehe Deve ter sido um relax ficar uns dias curtindo família, sítio, roça, rios, árvores... realmente o contato direto com a natureza é uma outra vida! Uma frase que um amigo me disse certa vez: "os fatos inusitados normalmente acontecem só com as pessoas iluminadas." E o fato do encontro com o Cícero, num lugar tão distante, acredito que foi um momento desses. Marião, eu acho que a quantidade de bytes tem haver com a resolução da máquina que tirou a foto, os tais pixels, é ou não é? Aqui aparecem todas as fotos normalmente. - Martinez - 15-03-2009 Red_Honda Escreveu:Marião, eu acho que a quantidade de bytes tem haver com a resolução da Não exatamente, eu acho que a diferença de peso para o mesmo tamanho se deve ao nível de compactação empregado. Eu gosto de compactar para 256 cores e com perda de 15% de qualidade. Eu faço assim pois reduz o peso em cerca de 60% sem que nossos olhos percebam piora na qualidade. Agora tem que ver como o Piske gosta de fazer... Pode ser que ocorra uma diferença devido ao tipo de câmera, fabricante, etc, mas não sei afirmar ao certo. Martinez. |